Com show de 2 horas e músicas pra todos os gostos, John Mayer encerra turnê pelo Brasil

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Ontem (27), em uma Jeunesse Arena cheia, no Rio de Janeiro, foi encerrada a versão brasileira da turnê que contou com 5 shows em terras tupiniquins.

Sem muita interação com o público, John Mayer sabe como levar a galera ao delírio. O show que teve pouco mais de duas horas de duração, agradou tanto a turma que aguardava por seus famosos solos e sua voz calma, que em alguns momentos só era possível ouvir um grande coro vindo do público.

Eu nem preciso perguntar se vocês estão se divertindo. Está bem claro que vocês estão” – disse, ao admirar a multidão carioca que gritava “We Love you”.

Luiz Henrique Estevam / Zimel / Agência O Globo

Em outro momento, o americano falou sobre a energia dos fãs e como isso o tocava:

Não é em toda noite ou em todo show que você sente o que estou sentindo hoje. Músicas são apenas músicas. São melodias, acordes e letras, mas elas só ganham real sentido, ganham vida, quando você recebe essa energia de volta. Vocês estão fazendo cada verso, cada nota que eu canto, parecer a escolha certa para cada uma dessas músicas.

Mayer deixou de fora faixas como a “Your body is a wonderland” e “Free fallin”, mas incluiu as pedidas “Stop this train” e “Love on the weekend”.

A turnê que divulga o “The search of everything“, seu sétimo álbum, lançado em abril, foi dividida em 5 capítulos que eram anunciados no telão:

Capítulo 1: Banda completa

Neste momento inicia-se o show. Com toda uma banda, desde backing vocals à bateristas, John sobe ao palco, deixando toda a multidão em êxtase. Iniciando com “Helpless”,  seguida de “Why Georgia” e “Love on the weekend” e outras. Por fim, o cantor faz uma piada com o cartaz torto de uma moça que pedia um abraço de aniversário.

Capítulo 2: Acústico

Iniciando com a calma “Daughters”, que tinha uma versão numa pegada mais brasileira, agradou o ouvido dos cariocas. O setlist pra esse capítulo só tinha 3 músicas, mas o galã decidiu agradar os fãs e tocar as músicas que eram pedidas nos cartazes, dentre elas, “screen sadness”, que o rapaz não tocava desde 2007.

Capítulo 3: Trio

O ato que começou com um vídeo com entrevistas dele, do baixista Pino Palladino e do baterista Steve Jordan no telão, é com certeza um dos pontos mais aguardados do show. Com covers “Crossroads”, de Eric Clapton, e “Wait until tomorrow”, de Jimi Hendrix, o blues invadiu a arena.

Capítulo 4: Banda completa (reprise)

Com toda a galera da banda reunida novamente, foi a hora de tocar os hits do cantor, que eram cantados como um karaokê. Faixas como “Stop this train”e “I don’t trust myself (with loving you)”, encerrada pela dançante, “Waiting on the world to change”. Esse foi o ponto alto do show.

Capítulo 5: Bis

Como todo bom show que se preze, aquele momento em que o cantor se despede e sai do palco, mas volta pro bis. A arena estava tomada de lanternas, era como milhares de vaga-lumes voando por todo o espaço. As luzes que tornavam a atmosfera charmosa, foram excelentes para a apresentação do single “In the blood”. E por fim, fechando com chave de ouro, “Gravity”.

Todos saíram extremamente satisfeitos com a apresentação. Com certeza, esse foi um show memorável e que valeu todo e qualquer investimento.

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Publicitário e fotógrafo (não necessariamente nessa ordem), que ama séries e busca estar sempre antenado no mundo da música.

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