Madison Beer desabafa sobre Scooter Braun: “Eu não era ouvida”

Madison Beer desabafa sobre Scooter Braun: “Eu não era ouvida”

Quando tinha apenas 13 anos, Madison Beer foi descoberta por Justin Bieber e seu empresário Scooter Braun no YouTube fazendo covers de Etta James, e toda essa história teria um lindo e feliz desfecho se não fossem os abusos do empresário com a cantora.

Em entrevista para o The Forty-Five, Madison disse que precisou de 8 anos de terapia para finalmente superar as pressões impostas por Scooter, que controlava a sua vida e sua carreira de maneira excessiva.

Sobre os anos de parceria com o empresário, Madison disse que “com ele tudo era na base do ‘ah você não tem nada pra oferecer e não sabe o que está fazendo'”.

Scooter Braun e Madison Beer e Tracie Beer (mãe de Madison) – Foto: Reprodução / Google

“Eu tenho meu próprio valor e se você não consegue ver isso, eu to fora”, disse ter respondido a cantora à Braun, que também já teve sérios problemas com Taylor Swift.

“Eu não ligo pro quão influente e forte você é, se você estiver encabeçando uma gravadora ou qualquer coisa do tipo, eu não vou aceitar ser diminuída”, conclui.

A jovem continua a conversa dizendo que seu novo álbum, “Life Support”, que tem sua data de estreia para o dia 26 de fevereiro, além de ser sua real demonstração de quem ela é como artista para o mundo, é também uma forma de incentivar outras mulheres a terem confiança em si.

Eu quero que outras mulheres jovens como eu, ou qualquer outra pessoa que se sinta inspirada por mim, entenda que pode levar até 10 anos para que você se sinta confiante em um lugar, mas isso é libertador.

As músicas do novo álbum falarão sobre desilusões amorosas, saúde mental, e sobre seguir em frente com esperança.

Capa de “Life Support”, álbum de Madison Beer que será lançado no dia dia 26 de Fevereiro – Foto: Divulgação

Madison conta que, embora suas músicas antigas não representem quem ela de fato era, pois eram criadas para reforçar a imagem que Scooter queria que a cantora tivesse perante o público, ela não as odeia.

“Eu não odeio minhas músicas antigas, mas naquela época eu estava tentando descobrir quem eu era, e agora eu já sei quem eu sou.”, explica.

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